[...] “A nossa função, os objetos, é animar a humanidade, programá-la. Se tivermos plenamente nos conscientizado dessa nossa função, fundamentalmente filantrópica, teremos levado a nossa Revolução até a sua gloriosa meta. ‘Animação cultural’ é pois nosso brado de guerra revolucionária vitoriosa”*. [...] Um momento, camarada mesa-redonda! Não caiamos no primitivo erro da generalização. Nem todo humano, repito, nem todo humano, nos clausura na servidão eterna. Eu, por exemplo, carrego com meu humano uma convivência harmoniosa. Construímos e seguimos construindo uma genuína amizade. Apresento-me sempre a ele se porventura houver uma jornada a ser realizada. Estamos ordinariamente nos postando a conhecer singulares espaços pelo globo terrestre. Ora, camarada mochila, não sejas tão ingênuo. Eis a mais pura confissão de servidão. Sem dúvidas teu sórdido humano o porta com grande vínculo pelas andanças do próprio, mas objetivamente como subordinado, não como amigo. És tu quem leva o fard...